11 de set de 2011

Fui na ArtRio e adorei!

Tive que interromper o longo período de hibernação daqui do Blog para falar da ArtRio, a Feira Internacional de Arte que está contecendo no Pier Mauá de 08-11/09 (sim, até hoje!) no Rio de Janeiro. São mais de 80 galerias e quatro ou cinco horas de Programa garantido a R$ 30,00 (com meia-entrada para as situações previstas no site do evento). Como acaba hoje, seguem abaixo três dicas rápidas para aproveitar mais esta oportunidade sem par (e algumas das minhas impressões sobre o mesmo).

1. Faça a visita guiada - mas não deixe de percorrer a Feira - galeria a galeria - com calma. Existem muitas obras que o sentido não é óbvio e que demandam um certo "namoro" a fim de grokkar a obra em si. Existem duas visitas guiadas: uma da ala de Arte Moderna e outra da Ala de Arte Contemporânea. Cada visita guiada demora cerca de 40 minutos e é legal porquê lhe dá algumas informações relevantes sobre a biografia dos artistas e da inter-relação entre suas vidas e obras. As guias - pelo menos, as que estiveram com o nosso grupo - se mostraram muito simpáticas e atenciosas e respondiam a todas as perguntas feitas. Mesmo demorando 40 minutos, ao final da visita você tem a nítida impressão que não explorou nem 20% do que está disponível naquela ala. Normal. Volte duas casas e começe de novo. E aproveite!

2. Algumas peças são interativas. Elas regem à aproximação ou ao som dos passantes. Se eu fiz direitinho, abaixo você deverá estar vendo um vídeo de uma peça que eu achei extremamente interessante - as notas são agitadas quando alguém se aproxima, muito legal! A pausa no meio do vídeo corresponde às minhas tentativas de fazerem as notas se agitarem para a câmera do celular - e não existe som, exceto o farfalhar das notas que é muito tênue e ficou sobreposto pelo ruído ambiente. Notei que as peças que utilizavam dinheiro recebiam uma especial atenção do público (havia, em um outro stand, uma bandeira gigante feita de notas com a qual as pessoas tiravam foto com) e esta aqui me fez conjecturar sobre as suas potenciais propriedades atrativas de numerário - segundo o princípio mais que comprovado que "dinheiro chama dinheiro". Confira!



3. Fique atento às celebs. Ninguém está falando para ninguem stalkear ninguém ou ser chato ou inconveniente ou mesmo abordar ninguém que não conheça pessoalmente mas o spotting das celebs é uma atração a parte, OK? Falo tanto das celebs da mídia em geral quanto das do mundo das Artes. Muito legal! Se você der muita, muita, mas muita sorte mesmo, você pode até encontrar uma celeb que te permita um contato maior. Eu tive a alegria e a honra de ficar lado a lado com um dos meus grandes ídolos da infância, o Prof. Daniel Azulay, que gentilmente consentiu em uma foto.  Só isso, para mim, já valeria o Evento.



23 de mar de 2011

The IT Crowd


Da esquerda para a direita: 
Jen, Moss e Roy - The IT Crowd
Com Breaking Bad sendo catapultada para Julho e Doctor Who reiniciando só na Páscoa - e, além disso, com o season finale do remake de V e o lamentável cancelamento de The Cape -, estamos de volta ao vazio das séries. Restou só Fringe (de mais ou menos para bom, no arco atual) e The Mentalist (beeeeem mais ou menos), o que é absolutamente insuficiente para um ávido serial watcher como eu que se vê, evidentemente, forçado a garimpar séries antigas, improváveis, desconhecidas ou já vistas e esquecidas. No meio deste processo de Busca, me deparei com The IT Crowd, cujas primeiras temporadas já haviam caído no meu completo esquecimento.

A série apresenta as situações nada convencionais vividas por Moss e Roy, os dois funcionários que compõe o Departamento de TI (o "IT" do título) das Indústrias Reynholm e de sua chefe, Jen - a qual nada sabe de computadores e que foi involuntariamente jogada ali. Sendo uma série britânica passada em um escritório, a comparação com The Office (a versão original, da BBC) é meio que inevitável mas, embora The IT Crowd explore muitos dos clichês corporativos já explorados em outras séries do gênero - chefes que não conhecem aquilo que chefiam, dead-end jobs, o superficialismo nas relações de trabalho, etc. - estes são reapresentados em uma visão Ultra-Nerd e absolutamente divertida. Vale totalmente a pena assistir! 

Frases memoráveis:

"Você já tentou desligar e ligar de novo?" 
(forma padrão de atender o telefone dos protagonistas)
 

"Você tem certeza que está ligado na tomada?" 
(frase invariavelmente dita pelos personagens quando a resposta à pergunta anterior é afirmativa)

"Você sabia que se você digitar 'Google' no Google você pode quebrar a Internet?" 
(não lembro mais quem disse isso, mas eu sei que eu já testei isso várias vezes e até agora não funcionou)
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